Arte e psicanálise: Interfaces da Escuta

Arte e Psicanálise – Interfaces da Escuta: um percurso que integra teoria, clínica e experiência estética para ampliar, qualificar e aprofundar a escuta psicanalítica diante dos desafios contemporâneos.
Conheça o NEPC

Há espaços que nascem do encontro, e o NEPC é um desses lugares. Um espaço vivo, pulsante, que surge do desejo de pensar a psicanálise em diálogo com o tempo presente, com as inquietações da clínica e com as transformações do mundo contemporâneo.
Tornar-se analista

Ser analista é sustentar, a partir da própria travessia analítica, uma posição ética diante do inconsciente, mantendo-se permanentemente implicado, em escuta e transformação.
Emancipação e Transformação na Formação Psicanalítica

Formação em psicanálise é menos acumular saberes e mais atravessar um processo de transformação subjetiva que emancipa o sujeito e sustenta uma clínica viva.
Sándor Ferenczi: Mutualidade, clínica e presença.

Um convite a repensar a clínica psicanalítica, a partir de Sándor Ferenczi, como um encontro vivo e ético de mutualidade, no qual analista e analisante se afetam reciprocamente, sustentando uma presença humana, sensível e responsável diante do sofrimento.
Diferenças entre pós-graduação e formação em psicanálise

Ao longo deste texto, abordamos as diferenças entre a Formação em Psicanálise e a Pós-Graduação em Psicanálise, evidenciando propostas, objetivos e modos distintos de inserção no campo psicanalítico.
Quem é que sonha?

O texto articula filosofia, psicanálise e Walter Benjamin para pensar o sonho e as imagens de pensamento como modos de linguagem que atravessam tempo, memória e inconsciente, capazes de atualizar experiências, testemunhar traumas e produzir despertar histórico e subjetivo.
A psicanálise para além da técnica: formação, ética e presença clínica

A psicanálise se sustenta na singularidade de cada encontro clínico, exigindo do analista não apenas técnica e teoria, mas uma formação contínua, ética e uma presença viva diante do inconsciente.
O Ato Analítico como Desvelamento do Desejo

Na psicanálise, o analista não acrescenta sentidos ao discurso do sujeito: ele sustenta uma escuta que retira os véus, permitindo que o desejo se revele na própria fala.