Entre o limite e o algoritmo: Autoridade Simbólica, Hipergratificação e Acting Out na Contemporaneidade

Entre a fragilidade da autoridade simbólica e a lógica validatória dos algoritmos, o sujeito contemporâneo oscila entre o direito irrestrito ao gozo e a explosão do ato diante do limite.
Transmissão em Psicanálise: entre o mestre e o desejo de saber

A psicanálise se transmite menos pela autoridade de um mestre e mais pelo desejo vivo de pensar que circula entre aqueles que a estudam.
Relações amorosas no mundo contemporâneo: uma escuta psicanalítica

Em tempos de aplicativos, relações líquidas e vínculos atravessados pela tecnologia, este texto propõe, uma leitura instigante sobre como os impasses amorosos contemporâneos revelam repetições inconscientes, medos de entrega e os novos modos de sofrer e amar na atualidade.
A Formação em Psicanálise: Ética, Travessia e Autorização do Analista

Na psicanálise, tornar-se psicanalista não é acumular saber, mas sustentar uma travessia ética que autoriza o analista a escutar o desejo onde o próprio sujeito ainda não o reconhece.
O corpo feminino como território de inscrição do trauma na clínica ferencziana

À luz da obra tardia de Sándor Ferenczi, o texto revela como o corpo feminino pode tornar-se território de inscrição do trauma quando experiências de excesso, falha ambiental e desmentido impedem a simbolização, convocando uma clínica ética, sensível e comprometida com o acolhimento do indizível.
Conheça o NEPC

Há espaços que nascem do encontro, e o NEPC é um desses lugares. Um espaço vivo, pulsante, que surge do desejo de pensar a psicanálise em diálogo com o tempo presente, com as inquietações da clínica e com as transformações do mundo contemporâneo.
Tornar-se analista

Ser analista é sustentar, a partir da própria travessia analítica, uma posição ética diante do inconsciente, mantendo-se permanentemente implicado, em escuta e transformação.
Emancipação e Transformação na Formação Psicanalítica

Formação em psicanálise é menos acumular saberes e mais atravessar um processo de transformação subjetiva que emancipa o sujeito e sustenta uma clínica viva.
Sándor Ferenczi: Mutualidade, clínica e presença.

Um convite a repensar a clínica psicanalítica, a partir de Sándor Ferenczi, como um encontro vivo e ético de mutualidade, no qual analista e analisante se afetam reciprocamente, sustentando uma presença humana, sensível e responsável diante do sofrimento.