Diferenças entre pós-graduação e formação em psicanálise

Ao longo deste texto, abordamos as diferenças entre a Formação em Psicanálise e a Pós-Graduação em Psicanálise, evidenciando propostas, objetivos e modos distintos de inserção no campo psicanalítico.
Quem é que sonha?

O texto articula filosofia, psicanálise e Walter Benjamin para pensar o sonho e as imagens de pensamento como modos de linguagem que atravessam tempo, memória e inconsciente, capazes de atualizar experiências, testemunhar traumas e produzir despertar histórico e subjetivo.
A psicanálise para além da técnica: formação, ética e presença clínica

A psicanálise se sustenta na singularidade de cada encontro clínico, exigindo do analista não apenas técnica e teoria, mas uma formação contínua, ética e uma presença viva diante do inconsciente.
O Ato Analítico como Desvelamento do Desejo

Na psicanálise, o analista não acrescenta sentidos ao discurso do sujeito: ele sustenta uma escuta que retira os véus, permitindo que o desejo se revele na própria fala.
O percurso em psicanálise na EPC

Transmitir a psicanálise é sustentar o tempo da escuta: um percurso ético, vivo e transformador, que se constrói entre o rigor da teoria e a delicadeza da experiência.
Psicanálise e teatro: Elucubrações sobre uma ferida estética

Entre máscaras e palavras, teatro e psicanálise se encontram na mesma ferida: o desejo de compreender o humano em sua dor, deslocamento e criação – revelando, na arte e na escuta, o que escapa à razão.
A travessia e o tempo da palavra

A psicanálise é um convite à travessia, não para chegar a algum lugar, mas para se deixar transformar pelo caminho.
A travessia do analista

Aprender psicanálise é atravessar o inconsciente em primeira pessoa: uma travessia lenta, ética e profundamente transformadora.
O tempo na psicanálise

O percurso em psicanálise é um processo ético e singular, sustentado pelo tempo, pela escuta e pela experiência, e não por atalhos ou técnicas prontas.